Diferentes e leais

Caminho da justiça até que o dia esclareça. Quem permanece no amor, eleva-se aos preceitos celestiais.

Cansativas cenas da vida não roubam a paz dos que mantêm em memória o deleite de contemplar a sabedoria e a habilidade do Criador.

O Céu azul que nos cobre luminoso, misterioso e nos enche de vívida lembrança da vida que não vivemos, mas desejamos.

Futilidade mortal é nada diante das rochas imponentes, ilustração da força de mais alto valor que nos comunica e qualifica.

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Esperança

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Amor generoso, nobre, santo.

Calma e em paz, somos levados para longe dos grilhões e cárceres perversos.

Ergue-nos, a esperança que recomenda confiar na fidelidade.

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Silvana e Mari
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Ora essa, medo?

Se chamava Marina, a linda menina. Tranquila, andava. Eis que, de mansinho, se aproxima o me…me… coff… coff… ic… ic… uff! Consegui, eu quis dizer medo.

Tum… Acho que voltei ao mundo real. Uau! Se você acha que não, avise. Quá… quá… quá… Pois bem, vamos ao assunto. A menina, espavorida, viu uma cobrinhazinha!

Hã! Embora inofensiva, parecia um lobo. Arf! Ainda bem que, daqui em diante, Marina parou de ser tão medrosa. Clap, clap, clap!

Laura – 8 anos

Desafio Escritiva nº 18 ― onomatopeias na história

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Cortesia habitual

Juntando o útil ao agradável, olhar pesquisador junto às bordas das ruínas.

Amantes do dinheiro, desconhecem sermos peregrinos nesta terra.

Ignoram que o desejo de primazia não deve exceder ao amor que domina todos os outros motivos.

Temperamento e voz, no ar uma presença angélica de cortesia habitual.

Cenas movimentadas da vida, por vezes, quedam muitos no deserto da tentação.

Ciumentos, caem simpatizantes pela rebelião.

Períodos de provas, assediam.

Todavia, cercados de tudo quanto é belo, faz-se útil.

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Até daqui há pouco

Filha, inocência, alegria, singeleza de coração, consolação e apoio.

Herança, graça, salvação, mansa, humilde.

Olhar pesquisador, energia, cortesia habitual.

Amor que domina todos os outros motivos.

No ar uma presença angélica, paz, repouso.

O temperamento, responsabilidade, seriedade com suavidade.

Verdadeira, pura na geração da família.

Nesta vida, decidimos o destino.

Fé não fingida, real e grande necessidade.

Melhor do que levá-la na escola, é buscá-la.

Despedida matutina na escola.

Vem a voz melodiosa: até daqui há pouco.

Desafio Escritiva nº 17 – desculpas criativas

 

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Reveses

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A loucura de confiar no homem, entregue às ilusões que escolhe, pode produzir uma inimizade ingovernável. Ansiedade, tristeza, perplexidade, desgosto, indiscrição, derrota e terror assolam as pessoas belicosas.

Máximo adversário é a língua perniciosa. A vida é-lhe um fracasso. Sucumbe com desonra e desespero. Fúria doida de um invejoso. Perversidade do coração humano. Paixão incoerente. Coração ferido dentro de si.

Todavia, experiência não é desnecessária. Coisas maravilhosas acontecem em paz, mesmo em meio às sombras da morte. Harmonia no lugar da discórdia traz alegria. Faz prevalecer a ordem e a disciplina. Corrige e preserva.

Condenados por si mesmos, não suportam esperar a salvação em Deus. A maneira deles é frouxa e extravagante. Na verdade, são fracos e escravos. Quanto aos que têm descanso dos seus inimigos, são respeitados.

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Esperança do Céu

Não ter aversão ao erro é uma incoerência ao sentir-se livre do perigo. Ser vagaroso para com a cortesia é loucura.

Confiar na própria justiça é estar preparado para a vergonha. Destrói-se, o fraco no dever maior do grande ensinador.

Recordações sagradas fazem o cansaço esquecido quando a guerra termina. A fé enobrece o o ânimo.

O arquiteto do Céu é doador de todos os bens. Porém, não se pode procrastinar a verdade que ilumina os corações.

Desafio nº 115 – frase de Valter Hugo Mãe

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