Amor infinito

Ciumentas dúvidas, não representam amor nobre e santo. Todavia, firmeza em poder moral, é formosa como a lua, brilhante como o sol.

Boa reputação é sabedoria, generosidade de coração, valiosa influência, sobriedade de boas obras, que iluminam o céu com o sol do amor infinito.

Calma e em paz, somos levados para fora e longe dos grilhões e cárceres perversos. Ergue-nos o amor que nos recomenda confiar na fidelidade.

Severidade não desperta maldade nos que bem se tratam. Pouca importância tem, tudo quanto não é caminho de vida.

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Piedade prática

Destemida e corajosamente devemos prosseguir, como cartas escritas no coração de uma vida renovada, não falsificada, iluminada.

Cheios de amor e capazes de não se envaidecerem por si mesmos, mas sim reconhecendo a importância das coisas que não se vêm, mas sentem-se.

Pela convicção, podemos ser tesouros a proclamar a verdade na execução que encontra os necessitados em meio de provas e perigos.

Por amor, que atue a vida em favor dos que sofrem privações. Falemos do que cremos sem ocultar as opiniões errôneas deste mundo.

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Diferentes e leais

Caminho da justiça até que o dia esclareça. Quem permanece no amor, eleva-se aos preceitos celestiais.

Cansativas cenas da vida não roubam a paz dos que mantêm em memória o deleite de contemplar a sabedoria e a habilidade do Criador.

O Céu azul que nos cobre luminoso, misterioso e nos enche de vívida lembrança da vida que não vivemos, mas desejamos.

Futilidade mortal é nada diante das rochas imponentes, ilustração da força de mais alto valor que nos comunica e qualifica.

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Esperança

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Amor generoso, nobre, santo.

Calma e em paz, somos levados para longe dos grilhões e cárceres perversos.

Ergue-nos, a esperança que recomenda confiar na fidelidade.

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Silvana e Mari
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Ora essa, medo?

Se chamava Marina, a linda menina. Tranquila, andava. Eis que, de mansinho, se aproxima o me…me… coff… coff… ic… ic… uff! Consegui, eu quis dizer medo.

Tum… Acho que voltei ao mundo real. Uau! Se você acha que não, avise. Quá… quá… quá… Pois bem, vamos ao assunto. A menina, espavorida, viu uma cobrinhazinha!

Hã! Embora inofensiva, parecia um lobo. Arf! Ainda bem que, daqui em diante, Marina parou de ser tão medrosa. Clap, clap, clap!

Laura – 8 anos

Desafio Escritiva nº 18 ― onomatopeias na história

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Cortesia habitual

Juntando o útil ao agradável, olhar pesquisador junto às bordas das ruínas.

Amantes do dinheiro, desconhecem sermos peregrinos nesta terra.

Ignoram que o desejo de primazia não deve exceder ao amor que domina todos os outros motivos.

Temperamento e voz, no ar uma presença angélica de cortesia habitual.

Cenas movimentadas da vida, por vezes, quedam muitos no deserto da tentação.

Ciumentos, caem simpatizantes pela rebelião.

Períodos de provas, assediam.

Todavia, cercados de tudo quanto é belo, faz-se útil.

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Até daqui há pouco

Filha, inocência, alegria, singeleza de coração, consolação e apoio.

Herança, graça, salvação, mansa, humilde.

Olhar pesquisador, energia, cortesia habitual.

Amor que domina todos os outros motivos.

No ar uma presença angélica, paz, repouso.

O temperamento, responsabilidade, seriedade com suavidade.

Verdadeira, pura na geração da família.

Nesta vida, decidimos o destino.

Fé não fingida, real e grande necessidade.

Melhor do que levá-la na escola, é buscá-la.

Despedida matutina na escola.

Vem a voz melodiosa: até daqui há pouco.

Desafio Escritiva nº 17 – desculpas criativas

 

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